E aos poucos...


... muito serenamente, vou desprendendo-me de ti. Sanando, sorrindo. Forçando-me ao renascimento.
Já não pertenço ao teu contemplar falacioso e, livre de arritmias e apoplexias, corro livremente, de cabelos soltos, alameda abaixo, perseguindo os pombos, gritando às fachadas seculares ornamentadas pelo sol matinal citadino, a natureza que sou e os rios que jorram em mim num canto jovial e eterno! Ah… como me sinto bem!

PS.: Diz-se que quem prende um aloquete à Ponte D. Luís e deita fora a chave, verá um desejo concretizado. Diz-se…

2 comentários:

Diana disse...

Ainda bem que estás a sarar.

E que lindo esse aloquete!

Cláu Fernandes disse...

mas que post mais lindo. amo a foto.

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Quando lia contos de fadas, eu imaginava que aquelas coisas nunca aconteciam, e agora cá estou no meio de uma! Deveria haver um livro escrito sobre mim, ah isso deveria! E quando for grande, vou escrever um...
L.C.