Há músicas que vibram em nós como doces retornos ao cordão umbilical.
Há músicas que nos deixam com formigueiro nos pés, nas costas, na cabeça.
Há músicas que nos ligam à floresta: somos coelho branco ou ave de rapina. O eco de jovens virgens cintila por pinheiros e não há chuva nem maldade. É tudo tão puro, tão paradisíaco. Tão paralelo.
Ó Luz!
Ó Rosa!
Ó Duquesa da Noite! Vestes-te de Lua ao peito e deixas-me órfã do teu amor.
Não era eu tua filha?