... muito serenamente, vou desprendendo-me de ti. Sanando,
sorrindo. Forçando-me ao renascimento.
Já não pertenço ao teu contemplar falacioso e, livre de arritmias e
apoplexias, corro livremente, de cabelos soltos, alameda abaixo, perseguindo os
pombos, gritando às fachadas seculares ornamentadas pelo sol matinal citadino, a
natureza que sou e os rios que jorram em mim num canto jovial e eterno! Ah…
como me sinto bem!
PS.: Diz-se que quem prende um aloquete à Ponte D. Luís e deita fora a
chave, verá um desejo concretizado. Diz-se…

























